Setor de Serviços Brasileiro Mantém Crescimento pelo Sexto Mês Consecutivo, Aponta IBGE

Crédito: agenciabrasil.ebc.com.br

O setor de serviços no Brasil registrou um aumento de 0,3% de junho para julho, consolidando o sexto mês consecutivo de crescimento. O desempenho eleva o setor ao seu patamar mais alto, renovando o recorde alcançado em junho.

Este período de seis meses de alta, que se estende de fevereiro a julho, representa a maior sequência de crescimento desde o intervalo de oito meses entre fevereiro e setembro de 2022.

Em comparação com julho do ano anterior, o setor apresentou um avanço de 2,8%. No acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento é de 2,9%.

O levantamento aponta que três das cinco principais atividades que compõem o setor demonstraram crescimento entre junho e julho. O setor de informação e comunicação liderou com um aumento de 1%, seguido por serviços profissionais, administrativos e complementares, que cresceram 0,4%, e serviços prestados às famílias, com um aumento de 0,3%. Em contrapartida, os setores de transportes e outros serviços registraram quedas de 0,6% e 0,2%, respectivamente.

Dentro do setor de informação e comunicação, destacam-se os resultados de telecomunicações, com um crescimento de 0,7%, e tecnologia da informação, que avançou 1,2%.

A expansão do setor foi observada em 12 das 27 unidades federativas do país. São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rondônia foram os estados com os maiores impactos positivos, registrando crescimentos de 1,7%, 1,7%, 5,7%, 0,9% e 10,9%, respectivamente.

O setor de serviços é um dos maiores empregadores do país. Os dados mais recentes indicam que, diferentemente da indústria e do comércio, o setor tem sido impulsionado pela crescente digitalização da economia desde o início da pandemia. Essa tendência tem acelerado a busca por serviços digitais e impulsionado o segmento de tecnologia da informação. O aumento no consumo de serviços de entrega também tem contribuído para esse crescimento.

Especialistas apontam que o setor de serviços não é tão afetado por fatores macroeconômicos, como o aumento das taxas de juros.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Últimas notícias

Leia mais